Desde 2004

JORNAL LATINO

Desde 1998

What's Hot

A Informação Mais Perto de Você

Google promete devolver mais água do que consome em data centers até 2030

Table of Content


Vista aérea de um data center de propriedade da multinacional americana e empresa de tecnologia Google em Santiago
Getty Images
O Google anunciou, nesta quarta-feira (3), um plano para reduzir o impacto sobre a água usada no resfriamento de seus data centers, incluindo os que operam com inteligência artificial.
O plano é dividido em cinco etapas. A primeira é a mais ambiciosa e prevê repor mais água do que a consumida no resfriamento dos data centers até 2030, ao menos nos Estados Unidos.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Para atingir essa meta, a empresa afirma que ampliará o número de projetos voltados à gestão da água nas regiões onde ficam seus data centers e nas bacias hidrográficas próximas. Segundo o Google, a expansão desses projetos envolve um investimento de US$ 17 milhões, cerca de R$ 86,1 milhões na conversão direta.
Outras etapas incluem apoio à modernização dos sistemas de abastecimento e tratamento de água nessas cidades. “Isso inclui projetos que vão desde o reforço do abastecimento local até a detecção de vazamentos em tubulações”, disse o Google em nota.
Agora no g1
Uma análise mais detalhada das bacias hidrográficas para novos data centers também está entre as propostas. No documento, o Google afirma que, se o uso de água representar risco ao meio ambiente ou ao abastecimento local, passará a adotar resfriamento a ar ou com água de reuso.
Por que data centers usam tanta energia e água?
Operar um data center exige uma estrutura complexa de energia para que todos os equipamentos funcionem e sejam refrigerados de forma adequada.
Como podem ser usados por milhões de pessoas, esses espaços devem funcionar 24 horas por dia. Para garantir isso, as empresas adotam geradores e até suas próprias subestações de energia.
O treinamento dos modelos de IA mais conhecidos envolve um enorme volume de dados e só pode ser feito com chips de processamento modernos, que exigem mais energia e, por isso, esquentam mais.
Com equipamentos mais quentes, a única forma de controlar a temperatura é adotar um sistema de resfriamento líquido, por água ou óleo – data centers de nuvem podem ser refrigerados a ar porque consomem menos energia.
Data centers refrigerados a água preocupam por conta do alto consumo. Fazer até 50 perguntas para o ChatGPT pode consumir meio litro de água, segundo um estudo da Universidade da Califórnia, em Riverside.
O Brasil tem cerca de 180 data centers em funcionamento. Nenhum deles é voltado para inteligência artificial, mas quatro projetos desse tipo já foram anunciados no país. Eles poderão ter consumo de energia equivalente ao de 16,4 milhões de casas – saiba mais sobre os projetos.
Como funciona um data center por dentro
Dhara Assis e Gui Sousa/g1

admin

wp@jornallatino.com.br https://jornallatino.com.br

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recent News

Trending News

Editor's Picks

F1: Wolff destaca semelhança entre Antonelli e Senna

Desde que estreou na Fórmula 1, Andrea Kimi Antonelli enfrenta diversas comparações com Ayrton Senna – seja pelo talento, seja pela aparência. Toto Wolff já disse que não gosta de chamar o italiano de “o novo Senna”, mas ele próprio vê semelhanças entre os pilotos.Leia também:Fórmula 1Domenicali celebra extensão de …

JORNAL LATINO

Empresa de Mídia desde 2004.  Editor Aldo Monteiro MTRS 12408.  CNPJ 92.053487/0001-99

Links Rápidos

As mais lidas

*As opiniões das colunas e artigos que constam no Jornal Latino são unicamente responsabilidade de seus autores.

©2026- Todos os direitos reservados. Desenvolvido por  CSD TECNOLOGIA – Agência Digital